segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Santiago

A passagem por Santiago foi breve, apenas duas noites. Chegamos numa sexta-feira conturbada. Ocorria um manifesto mapuche em protesto ao assassinato de um índio por um policial nos arredores da estacao de metro em que descemos. A policia usou bombas de gas lacrimogenio tao fortes que o cheiro invadiu o a saida do metro. Felizmente, nao houve problemas maiores que o desconforto. Estranhamente o cheiro perdurou ate o dia seguinte.

Nos alojamos em um apertamento no centro. Para nossa feliz surpresa, havia em frente ao predio um restobar chamado Paulistano (quem adivinhar o por que do nome ganha um pancho con palta!) Foi muito bom tomar um chopps da Brahma gelado e falar portugues com alguem diferente. Amenizou a saudade de casa. Os Renatos chegaram a almocar arroz com feijao lá no dia seguinte.

Quase nao tiramos fotos. Para constar fica essa da Iglesia No Me Acuerdo El Nombre.Chi-chi-chi, le-le-le, viva Chile! E que venham nuestros hermanos(as) menducos(as)!

Valpo!

Valpo, como é carinhosamente chamada a cidade de Valparaíso, é uma cidade portuária perto de Viña del Mar.
Fizemos um passeio de lancha pelo litotal, durante o qual pudemos avistar também as cidades Viña del Mar e Reñaca.

Espetáculo dos índios mapuches, que em principio parecem inofensivos.
Valpo é muldialmente conhecida pelos seus ascensores (nada mais que elevadores que ligam a cidade baixa com cidade alta, mas a diferença é que eles se locomovem na diagonal).
A arquitetura de Valpo é caótica. Itensa mistura de cores e nenhuma casa respeitava um estilo em particular. Chega a lembrar alguns instantes o Pelourinho, devido as cores alegres de algumas casas.
Eu e meu Mercury V8 ano 1900 e bolinha...
Mas, quando chega a noite é que Valpo se revela uma cidade de muita bohemia. Muitos bares e discotecas...
Jogamos uma partidinha antes da balada só para fazer um esquenta...

...mas as fotos da balada nao podem ser publicadas. Hehe....

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Hasta litoral

Esta é nossa última noite em Reñaca, uma praia elitizada de Viña del Mar.
Repleta de bares e bastante movimentada, destaca-se a presenca macica de argentinos.
Nossa hospedagem é tao, mas tao luxuosa, que a apelidamos de Sheraton. Pois é, fizemos a reserva pela Internet e ja tinhamos pagado todas as diarias antecipadamente.
Se por um lado falta conforto, por outro sobra calor humano. Gina, a governanta da hospedagem, é uma senhora muito atenciosa e gentil. Na noite de reveillon ela nos convidou a ceiar com ela, que jantava acompanhada de uma hospede e seus tres filhos. Embora fosse uma ceia sensilla, a postura materna da Gina fez com que nos sentissemos acolhidos. Infelizmente nao temos fotos do jantar; foi tudo decidido em cima da hora.
Hoje visitaremos Valparaíso e amanha seguiremos para Santiago. Ja estamos com saudades, pois praia de novo, so daqui a uns dez dias.

sábado, 29 de dezembro de 2007

A caminho de Reñaca

Infelizmente hoje nao deu para postar como o desejado devido a pressa com a viagem para Reñaca, uma praia perto de Viña del Mar onde iremos passar o ano novo.

Boa notícia: Omar irá se juntar a nós!!!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Vulcao, o desafio

[Adriaño] Seguimos todas as recomendacoes. Quer dizer, tirando encher a cara na vespera. Bom, pelo menos seguimos aquela do filme famoso que diz "use filtro solar".
Acordar de ressaca às seis da matina e se deparar com uma crianca destas nao é uma experiencia que se pode chamar de reconfortante.
Bem, pelo menos o Bianchito estava exultante com seu primeiro contato com a neve!
"Chicos brasileños, vamos, vamos!" Entao tá. Pé no vulcao!
Pois é, nao dava pra ver o cumbre a maior parte do trajeto e mesmo assim os guias insistiam em dizer que faltavam apenas quarenta minutos. Como o frio, o vento, a declividade, o ar rarefeito nao eram suficientes para exaurir nossa energias, o guia ficava constantemente nos apressando. "Chicos brasileños, vamos, vamos!"
Sim, nós vamos, mas deixa a gente acabar com o sanduba primeiro. Haja água e gatorade! Em diversos momentos pensamos em desistir. Verdade. Mas pensar que um heróico septagenário subiu aquilo tudo no dia anterior, nos obrigava a persistir. Reduzimos o passo no final, é verdade, mas é devagar que se vai ao longe. Devagar e sempre.
Brasil! A-ha, u-hu, a cratera é nossa! Nada segura nóis!
Reparem a boca do bicho. Hmmm, tava com um bafo de enxofre bem tenso...

Nao foi facil. Nao mesmo. Mas só a vista de lá de cima já paga tudo.
Fora a sensacao de superacao e de se saber capaz. Nada é impossível depois dessa.

Como para descer todo santo ajuda, eis a brasileirissima bunda como aparato indispensavel para perfazer a descida. Ski-bunda da melhor qualidade depois de cinco horas de subida. Sem prancha, negao!
Duas horas com a bunda no gelo e eu nao sabia mais se tinha uma. Deem uma espiada nos vídeos.

Ainda bem que amanha o programinha é light: rafting.

Vulcao, a vespera (ou Navidad Paraguaya)

[Adriaño] Como o dia seguinte seria puxado, decidimos comecar a terca-feira de forma amena. Eis a praia de Pucon (sim, é de lago):A areia é grossa, ruim de pisar. Pelo menos levamos o Juanito Caminador conosco. Digo, Chivas Regalito.

Depois de passear e tomar alguns tragos rigalisticos, fomos matar a fome. Nada como um cachorro-quente completo: pao, salsicha, catchup, mostarda, maionese e... abacate!
Como ya estabamos borrachos, puxamos conversa com umas chilenas que desfrutavam suas papas frias na mesma tienda. Claro que nao deu em nada. Obvio.

Como comida pouca nao é conosco, isso foi só o aperitivo. Chegando em casa, Bianchito assumiu os espetos e coordenou uma Parilla de Salmon como ceia de Navidad. Sim, tudo no bom estilo barroco. Tinhamos como convidados um dos filhos da Irma, a dona da hospegem, e un chino amigo suyo.
Estava pouco bom, viu!? Quando acabou o salmao, veja o que as criancas comecaram a fazer:

Diários de bordo









terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Vulcao

Amannha iremos fazer um programinha tranquilo... subir até a BOCA DO VULCAO! Serao apenas 4 horas de subida na neve até a boca.
Ai vao algumas fotinhos para criar um clima...




Essa última foto foi só para apavorar um pouco... (risos)

Barranquismo II


Barranquismo é uma mistura de trekking com rapel, porém mais radical. Boa parte do trekking é feito por um rio cheio de pedras vulcanicas escorregadias e grutas, e o rapel é feito em cachoeiras. Como se nao bastassem essa dificuldades, a água do rio e das cascatas é de degelo, ou seja, super gelada!!
O caminho pelo qual descemos a montanha é um rio de larva quando o vulcao entra em erupção. Vulcao, o qual iremos escalar até a boca amanha!!!
O passeio é muito bonito e bem cansativo... ainda bem que nós temos um preparo físico invejável e tiramos de letra(risos).















































































segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

sábado, 22 de dezembro de 2007

Cruzando a fronteira

É triste deixar Bariloche. Partimos da rodoviária às 8h e agora estamos em Osorno, uma cidade feia e desinteressante, mas que faz parte da rota até Pucón. A viagem foi longa, cheia de curvas e com duas paradas por conta de migracao. Já almocamos e estamos enrolando ate dar a hora do proximo onibus.
[Reñato] Mas apesar da viagem ter sido longa, cheia de curvas e estarmos virados (emendamos com a balada) a vista foi espetacular...
... e em Orsono fizemos amizade com essa família super simpática, donos de uma lanchonete com cyber café. Com certeza eles fizeram com que as 4 horas de espera passassem muito mais rápido e valesse a pena a nossa passagem pela Cubatao chilena.
Chegamos como 3 forasteiros no cyber café criando um grande tumulto por causa das malas. Mas apesar disso, e do Bianchi ter dormido sobre uma das mesas, eles demonstraram grande interesse em conhecer a cultura Brasileira...
...em especial o Luis Miguel, um menino super inteligente, interessado e gentil. Chegou a oferecer sua cama para que eu dormisse um pouco. Passei o endereco do Blog para ele para que acompanhe a nossa viagem.
"Mucho gusto, Luis Miguel"